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Referências Bibliográficas

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Axelsson, Erik; Ratnakumar, Abhirami; Arendt, Maja-Louise; Maqbool, Khurram; Webster, Matthew T.; Perloski, Michele; Liberg, Olof; Arnemo, Jon M.; Hedhammar, Ake; Lindblad-Toh, Kerstin. The genomic signature of dog domestication reveals adaptation to a starch-rich diet. Nature: 2013/01/23/online. doi:10.1038/nature11837
Resumo do trabalho
The domestication of dogs was an important episode in the
development of human civilization. The precise timing and location of
this event is debated1, 2, 3, 4, 5 and little is known about the genetic
changes that accompanied the transformation of ancient wolves into
domestic dogs. Here we conduct whole-genome resequencing of dogs
and wolves to identify 3.8 million genetic variants used to identify 36
genomic regions that probably represent targets for selection during
dog domestication. 

Nineteen of these regions contain genes important
in brain function, eight of which belong to nervous system
development pathways and potentially underlie behavioural changes
central to dog domestication6. 

Ten genes with key roles in starch
digestion and fat metabolism also show signals of selection. We
identify candidate mutations in key genes and provide functional
support for an increased starch digestion in dogs relative to wolves.

Our results indicate that novel adaptations allowing the early
ancestors of modern dogs to thrive on a diet rich in starch, relative to
the carnivorous diet of wolves, constituted a crucial step in the early
domestication of dogs.
Comentário
Veja comentário sobre este artigo no site do Pet Food Industry http://www.petfoodindustry.com/47789.html Segundo o site: 

De acordo com a pesquisa, os cães têm quatro a 30 cópias do gene para a proteína amilase, que começa a hidrólise do amido no intestino, enquanto que os lobos têm apenas uma cópia de cada um dos seus dois cromossomos. Outra diferença observada foi a de que o gene era mais ativo em cães por 28 vezes.

O primeiro autor do estudo, Axelsson, notou que o número de cópias do gene de amilase também varia em pessoas, dependendo da região do mundo e da quantidade de amido que forma a sua dieta. "Nós nos adaptamos de forma muito semelhante, às dramáticas mudanças que aconteceram quando a agricultura foi desenvolvida", Axelsson disse. 

Parte do artigo original pode ser lido - legalmente - em
http://www.readcube.com/articles/10.1038/nature11837?utm_campaign=readcube_access&utm_source=nature.com&utm_medium=purchase_option&utm_content=thumb_version

(comentários de Prada, C.S. em 17/jan/2013)


Em 13/fev/2013 o jornal Folha de SP trouxe matéria de capa comentando este artigo. Também entrevistou o primeiro autor. Veja em www.nutricao.vet.br/midia.php "Dieta rica em caboidratos separou os cães dos lobos".
Trabalho completo Link para site original do trabalho
PDF wolves_dogs_gens_amilase_2013.pdf
 

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