Glossário Básico - Nutrição vet



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Para citar estes textos em Referências Bibliográficas, seguir como no exemplo abaixo:

GOMES, M.O.S. Ácido linoléico conjugado. [on line] Disponível em: http://www.nutricao.vet.br/glossario_basico.php. Acesso em (dia) (mês) (ano).




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AAFCO é definida como Association of American Feed Control Officials, que é um órgão comercial que visa regular a qualidade e segurança de ingredientes e de alimentos destinados a alimentação animal nos Estados Unidos. Para maiores informações acesse http://www.aafco.org . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
A Associação de Funcionários Americanos de Controle de Alimentos (AAFCO) é uma associação voluntária de membros de agências locais, estaduais e federais. Os membros são cobrados por suas leis locais, estaduais ou federais para regular a venda e distribuição de alimentos para animais e remédios para animais. A AAFCO não regula nem inspeciona nada. Ela não pode. Ela não é uma agência governamental. Ela é um grupo cujos membros são agências governamentais que representam os 50 estados dos EUA, Canadá e governo federal (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA, Centro de Medicina Veterinária; FDA CVM). (elaborado por PRADA, C.S., 2009.).

Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, criada em 2012 a partir da antigamente denominada ANFAL-PET. Diferentemente da última, não trabalhará somente com alimento pet e sim com diversos produtos. (elaborado por PRADA, C.S., 2012).

Substância incorporada intencionalmente ao alimento com a finalidade de conferir alguma característica desejável como, cor, aroma, textura, estabilidade ou resistência à decomposição, desde que não prejudique seu valor nutricional. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.). Clique aqui para ler artigo sobre aditivos.


Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)


Estão presentes nas Gorduras. São cadeias de hidrocarbonetos que contêm de 2 a 24 carbonos, possuem um grupo de ácido carboxílico em um extremo e um grupo metil do lado oposto. Classificam-se como ácidos graxos saturados quando não possuem duplas ligações entre os átomos de carbono, monoinsaturados quando têm apenas uma dupla ligação e poliisaturados quando têm duas ou mais duplas ligações. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)


Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 3 e o 4, correspondem à família ômega-3. É um ácido graxo essencial porque os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-lo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)


Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 6 e o 7, correspondem à família ômega-6. São ácidos graxos essenciais, pois os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-los. (elaborado por JEREMIAS, J.T. 2009.)


O ácido linoleico conjugado (ALC ou CLA) é um termo que descreve os isômeros de posição e geométricos do ácido linoleico (18:2, cis-9, cis-12), um ácido graxo pertencente ao grupo ômega-6 e o primeiro ácido graxo considerado essencial na dieta dos cães. As fontes mais comuns de ALC são: leite de ruminantes, produtos lácteos, carne bovina, de carneiro e de suíno. Acredita-se que o ALC pode prevenir ou reduzir a obesidade, melhorar a resistência insulínica, inibir a deposição de gordura, inibir o desenvolvimento de neoplasias e modular respostas inflamatórias . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).


A alergia ou hipersensibilidade alimentar se produz quando o animal desenvolve uma reação imunológica específica a um ou vários componentes do alimento, seja este caseiro ou industrializado. Diferencia-se de Intolerância Alimentar. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.)     
 


Processo biológico e cultural que se traduz na escolha, preparação e consumo de um ou vários alimentos. (elaborado por PRADA, C., 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).     
 


Alimentação à vontade ou que é realizada com liberdade, permite que o animal tenha acesso ilimitado ao alimento ou à água. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)     
 


É a utilização do trato alimentar superior (boca, esôfago, estomago, intestino delgado) como via para a alimentação assistida de pacientes. (elaborado por GOMES, M.O.S.. 2009.).     
 


Suporte nutricional administrado por uma via diferente do conduto alimentar normal (trato digestório). As vias utilizadas podem ser a endovenosa, intra-óssea e a intra-peritoneal. Consiste na administração de todas as necessidades nutricionais (nutrição parenteral total) ou parte delas (nutrição parenteral parcial), incluindo calorias, aminoácidos, lípides, vitaminas e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010.).


Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)     
 


É considerado um alimento balanceado aquele que é capaz de prover ao animal as quantidades e proporções apropriadas de todos os nutrientes necessários para um período de 24horas. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).     
 


Responsáveis pela manutenção e crescimento do organismo, assim como renovação de tecidos e células. São as proteínas. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).     
 


Responsáveis pela energia do organismo. São os carboidratos e os lipídios. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).     
 


Define-se por alimento funcional aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutritivas básicas, quando consumido como parte da dieta usual produza efeitos metabólicos, fisiológicos e/ou efeitos benéficos á saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão profissional. Os termos alimento funcional e nutracêutico muitas vezes são tratados erroneamente como sinônimos. (VASCONCELLOS, R.S. Jun/2011).     
 


Alimento ofertado e consumido em seu estado natural, sem sofrer alterações industriais que modifiquem suas propriedades físico-químicas (textura, composição, propriedades organolépticas). Nota: as frutas e o leite fresco são exemplos de alimentos in natura. (elaborado por PRADA, C., 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).     
 


Responsáveis pela regulação das atividades no organismo, garantindo seu bom funcionamento. São a água, fibras, sais minerais e vitaminas. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).     
 


O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 6 a 10% e 90% ou mais de matéria seca. Esse tipo de alimento inclui produtos extrusados. Os principais ingredientes habitualmente empregados em sua fabricação incluem cereais em grão, produtos derivados de carne, aves ou peixes, suplementos vitamínicos e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).     
 


É o alimento para animais de estimação que possui características nutricionais e balanços específicos utilizados como tratamento ou como coadjuvante do tratamento clínico em determinadas afecções que respondem ao manejo nutricional. Deve sempre ser prescrito por médico veterinário. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).     
 


O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 60 a até mais de 87%. A porção de matéria seca desse alimento (40 a 13%) é que contém todos os nutrientes não aquosos: proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais. A forma, consistência e textura deste alimento são obtidas pela adição de gomas e outros agentes gelificantes, que têm função de agregar a água ao alimento. Apresentam alta palatabilidade e têm como ingredientes principais carne e subprodutos de carne. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).     
 


Fundada por sete líderes da indústria veterinária, AAHA tem estado comprometida com a excelência, promovendo elevados padrões de qualidade, melhorando os cuidados e práticas relacionadas a pequenos animais, desde 1933. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013). 
 


O objetivo primário do Colégio Americano de Nutrição Veterinária é fazer avançar a área de especialidade de nutrição veterinária e aumentar a competência de quem prática este domínio estabelecendo requisitos para a certificação em nutrição veterinária, incentivando a educação profissional continuada, promovendo a pesquisa e melhorando a disseminação de novos conhecimentos sobre nutrição veterinária através do ensino didático e programas de pós-graduação. Nutricionistas veterinários nos Estados Unidos são Diplomados pelo American College of Nutrition Veterinária (ACVN). Eles são veterinários que são especialistas certificadso em nutrição veterinária. O seu treinamento envolve clínica intensiva, ensino e atividades de pesquisa, abrangendo, pelo menos, dois anos. Os estudantes também são obrigados a passar por um exame escrito, a fim de obter a diplomação do Conselho. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013).
 


A American Society of Veterinary Medical Association Executives (ASVMAE) é uma rede de associações profissionais que são dedicados a apoiar e melhorar os esforçosda medicina veterinária organizada. A associação existe para promover a comunicação, cooperação e aprendizados entre os executivos das associações de medicina veterinária da américa do Norte. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013). 
 


Fundada em 1863, é uma associação sem fins lucrativos que representa mais de 84.000 médicos veterinários que trabalham em consultório particular e corporativo, governo, indústria, academia e forças armadas. Estruturada para trabalhar para os seus membros, a AVMA age como uma voz coletiva para seus membros e para a profissão. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013).      
 


De forma geral, são polissacarídeos cujos açúcares estão unidos por ligações alfa, acessíveis à digestão enzimática dos monogástricos. Possui uma estrutura complexa composta por duas porções principais: a amilose e a amilopectina.  Os amidos são as formas de armazenamento ou de fonte de energia para plantas e animais. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).


Um aminoácido é uma molécula orgênica que contém um grupo amina e um grupo carboxila, e uma cadeia lateral que é específica para cada aminoácido. Alguns aminoácidos também podem conter enxofre. Os elementos-chave de um aminoácido são carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Eles são particularmente importantes em bioquímica, onde o termo geralmente refere-se a alfa-aminoácidos, os aminoácidos que formam as proteínas e que tem, geralmente, como estrutura, um carbono central (carbono alfa, quase sempre quiral) ao qual se ligam quatro grupos: o grupo amina (NH2), grupo carboxílico (COOH), hidrogênio e um substituinte característico de cada aminoácido. Os aminoácidos se unem através de ligações peptídicas, formando os peptídeos e as proteínas. Para que as células possam produzir suas proteínas, elas precisam de aminoácidos, que podem ser obtidos a partir da alimentação ou serem fabricados pelo próprio organismo. Os aminoácidos podem ser classificados nutricionalmente, quanto ao radical e quanto ao seu destino. (consulta à wikipedia, aprovado por LOUREIRO, B. A. em 2013).    


Aminoácido necessário para a síntese de proteínas, que deve estar presente no alimento, pois os animais não são capazes de sintetizá-lo a partir de esqueletos de carbono e nitrogênio. Os aminoácidos essenciais para cães são 10 e para gatos, 11. São eles: arginina, histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e taurina (gatos). (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).     
 


É a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação¸ é uma entidade de classe, criada em 1980 com a finalidade de representar os interesses da indústria de produtos para animais de companhia, em nível nacional, perante todos os setores da economia e áreas governamentais que com ela se relacionem. Para maiores informações acesse: http://anfalpet.org.br (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.) Nota da Editora PRADA, C.S.: em 2012 a instituição converteu-se na ABINPET que abrange toda a área pet, não somente nutrição.     
 


É a condição de um individuo de perda de desejo pelo alimento antes de ter satisfeito as suas necessidades, calóricas. A anorexia pode ser completa, quando o animal deixa de consumir alimento durante um período superior ao considerado normal, ou parcial (hiporexia), quando o animal consome certa quantidade de alimento, mas menos que a normal. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)     
 


São substâncias nutrientes ou não nutrientes que previnem a formação de radicais livres ou os suprime. Podem ter ação in vivo ao serem ingeridos ou podem atuar na preservação de alimentos quando adicionados a estes como aditivos. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009).     
 


Vontade de comer. O apetite designa uma vontade que pode ser completamente independente da fome. A reação sensorial ou psicológica, influenciada por fatores externos e internos, inclusive psicológicos como a ansiedade, que estimulam uma resposta fisiológica involuntária (por exemplo salivação e contracções do estômago). Pode-se ter apetite mesmo com o estômago, repleto. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP e outras fontes. Jun/2014).     
 


Acímulo de líquidos na cavidade abdominal. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).     
 


Entidade sem fins lucrativos, criada em 1973 no Rio de Janeiro pelos médicos Prof. Dr. José Evangelista (in memorian) e sua esposa, Dra. Clara Sambaquy Evangelista. Somente em 1978, a Nutrologia foi reconhecida como Especialidade Médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM). Em 2003, a ABRAN realizou o 1º. Curso Nacional de Atualização em Nutrologia, realizado na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto. Criou o Boletim Brasileiro de Nutrologia (BBN), um informativo bimestral e a Revista de Nutrologia (International Journal of Nutrology), de distribuição gratuita para os afiliados. Tem os projetos futuros: Educação Continuada em Nutrologia, assim como o de efetivar a Nutrologia como disciplina nas Faculdades de Medicina em todo o país.  (coletado por PRADA, C.S., Ago. 2014).     
 


Gasto energético da atividade física. Representa 30% do gasto diário. Está relacionada com o peso e tamanho do animal, grau, duração e intensidade do exercício físico. É um dos componentes do Gasto Energético.  (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out. 2013).


Sistema de alimentação em que ocorre a ingestão de ítens crús, inteiros, obtidos pelo próprio animal, sem nenhum tipo de seleção ou manipulação humana. Cães e gatos ingerem ad libitum por exemplo: presas vivas por eles próprios caçadas - geralmente se alimentando do corpo inteiro destas - grama e outros vegetais, ovos, terra, frutos, fezes de outros animais, (elaborado por PRADA, C.S., 2019).


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