Glossário Básico - Nutrição vet



Os textos abaixo estão disponíveis para uso individual para estudos. Não estão disponíveis para impressão de qualquer tipo ou publicação em outros sites ou de qualquer outra forma sem citação explícita da fonte. Obrigado por respeitar os direitos autorais.


Para citar estes textos em Referências Bibliográficas, seguir como no exemplo abaixo:

GOMES, M.O.S. Ácido linoléico conjugado. [on line] Disponível em: http://www.nutricao.vet.br/glossario_basico.php. Acesso em (dia) (mês) (ano).




Pesquise por palavras-chave ou expressões:


Método utilizado para expressar o conteúdo de proteína de um alimento que segue um procedimento analítico específico para medição de nitrogênio. Introduz-se o fator empírico 6,25 para transformar o numero de gramas de nitrogênio encontrado em numero de gramas de proteínas. Este método baseia-se em três etapas: digestão, destilação e titulação. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).

Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)


É um elemento mineral. É necessário para formação da massa óssea e dos dentes, na contração muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. O cálcio é também muito importante para a coagulação sanguínea. A necessidade nutricional de cálcio, tanto para cães como para gatos, foi estabelecida como sendo 1,0% da ração para crescimento e reprodução e 0,6% da ração para a manutenção de adultos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).     
 


É a unidade de medida de energia, utilizada para expressar o conteúdo energético dos alimentos.  Equivale à quantidade de calor (energia) necessária para elevar a temperatura de um grama de água de 14,5 até 15,5ºC, sob a pressão atmosférica normal. Uma caloria equivale a 4,18 joules. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).     
 


A Canadian Veterinary Medical Association (CVMA) é a voz nacional canadense para a profissão veterinária dedicada a servir e representar os veterinários do Canadá. A Associação está empenhada na excelência dentro da profissão e para o bem-estar dos animais. Ela promove a conscientização do público sobre a contribuição de animais e veterinários para a sociedade. (elaborado por PRADA, C.S., 2012)  
 


Parte do equipalento chamado extrusora. Em seguida ao condicionamento, a massa de ingredientes homogenizada com vapor de água e água é conduzida para o canhão da extrusora, um tubo com sistema de rosca sem fim girando a velocidade variável em seu interior. Nele a massa recebe energia mecânica, adicionada pela rotação do parafuso da extrusora, que promove cisalhamento da massa contra seu revestimento e comprime a massa contra a matriz, na extremidade do cilindro, criando pressão, fricção e temperatura, num processo chamado de extrusão (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).     
 


Os carboidratos são compostos por carbono, hidrogênio e oxigênio segundo fórmula geral: CH2O. Compreendem os açúcares simples como monossacarídeos (glicose) e dissacarídeos (sucrose); oligossacarídeos (3 a 9 unidades de açúcar, p. ex. rafinose, estaquinose) e polissacarídeos, que são carboidratos complexos (mais de 9 unidades de açúcar, p. ex. amidos, hemicelulose, celulose, pectinas, gomas etc) (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).     
 


Enzima que transforma o ácido pirúvico em aldeído acético pela dissociação do grupamento carboxila (CO2H) no metabolismo dos glicídios.     
 


Parte do intestino grosso (desculpe, está em elaboração).


(Procure por Matéria Mineral)    


São proteínas que apresentam baixo peso molecular e diversas funções metabólicas e endócrinas, além de participar do processo de inflamação e resposta do sistema imune. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out. 2013)     
 


É uma substância orgânica não proteica necessária ao funcionamento de certas enzimas. A parte proteica de uma enzima chama-se apoenzima e o conjunto completo de apoenzima e coenzima chama-se holoenzima ou simplesmente enzima. Uma coenzima pode se destacar de sua respectiva apoenzima para designar função específica (o exemplo mais comum é o NAD e o FAD, ambas coenzimas de holoenzimas desidrogenases que estabelecem importante papel no Ciclo de Krebs), porém, em caso de separação, a enzima propriamente dita fica inativa até que a coenzima e apoenzima constituam o conjunto novamente. Muitas vitaminas sãoo coenzimas de processos vitais. (consulta à wikipedia, aprovado por LOUREIRO, Bruna. A. em 2013).     
 


Também chamado de vitamina D3 é um esterol cuja fórmula é C27H43OH que é uma forma natural da vitamina D encontrada principalmente em peixes, gema de ovo, e nos óleos de fígado de peixe. É lipossolúvel e é formada na pele por exposição á luz solar ou raios ultravioleta. (elaborado por PRADA, C. S.,em out./2013 a partir do Merriam-Webster). Veja também ergocalciferol.     
 


Inflamação do intestino grosso, habitualmente com sintomas tais como diarreia (frequentemente com sangue e muco), dores abdominais e febre. (elaborado por PRADA, C.S.,Out 2013, a partir dedefinição do site da U.S. National Library of Medicine).
Pode ser causada por doenças infecciosas, toxinas, fatores inflamatórios e dietéticos. Os sinais clínicos mais comuns são tenesmo, disquesia e presença de sangue ou muco nas fezes. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).
 


Parte do intestino grosso (desculpe, está em elaboração).


Respostas comportamentais ou sequenciais associadas ao ato de alimentar-se, maneira ou modos de se alimentar, padrões rítmicos da alimentação (intervalos de tempo á hora de comer, duração da alimentação). (Vilarta, R. & Gutierrez, G.L. (2012), consult. em jun/2013).     
 


Parte do equipamento chamado extrusora. No condicionador adiciona-se energia térmica á mistura de ingredientes moídos, pela injeção de vapor direto e água. O conjunto é homogeneizado a uma massa uniforme, mediante a ação de sistema de barras cilíndricas com pás dispostas radialmente girando à velocidade variável dentro do condicionador. (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).
 


Defecação infrequente, com fezes excessivamente ressecadas ou endurecidas. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).     
 


Ato de ingerir as próprias fezes ou de outros animais. Esta conduta é muito comum nos cães e é mais incômoda para o proprietário do que prejudicial para o cão. As cadelas e gatas devem comer as fezes de suas crias durante as primeiras três semanas da lactação. As gatas, geralmente não mantêm esse comportamento depois do desmame dos filhotes. Para criar aversão pelas fezes podem-se empregar substâncias repulsivas, como pimenta, quinina, perfumes intensos e produtos específicos. Essa medida pode levar tempo e sua eficácia é questionável . (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).


Anúncio do google