Glossário Básico - Nutrição vet



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GOMES, M.O.S. Ácido linoléico conjugado. [on line] Disponível em: http://www.nutricao.vet.br/glossario_basico.php. Acesso em (dia) (mês) (ano).




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Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)


Nos Estados Unidos é o departamento responsável pelo gerenciamento de drogas e de alimentos para uso por humanos e pets. (Food and Drug Administration, U.S. Department of Health and Human Services ). (elaborado por PRADA, C.S., Jun, 2013 baseado neste site).     
 


Corresponde à porção do alimento ingerido que não sofre ação das enzimas intestinais dos mamíferos e que, portanto, passam pelo intestino delgado sem serem digeridas. Compreende a celulose, hemicelulose, gomas, pectinas e outros carboidratos não digeríveis. As metodologias utilizadas para determinar os valores de fibra dos alimentos são: Fibra bruta (FB), Fibra em Detergente Neutro (FDN), Fibra em Detergente Ácido (FDA) e Fibra Dietética Total (FDT). (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).     
 


A determinação do teor de fibra bruta (FB) do alimento é feita pelo método de Weende que se baseia na dissolução da amostra, sucessivamente em solução ácida, básica e com acetona. O resíduo não dissolvido constitui a fibra bruta. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).     
 


Trata-se do meio mais moderno e preciso para a determinação da fibra alimentar. Metodologicamente envolve o tratamento das amostras com amilase, protease e amiloglicosidase de forma sucessiva, de forma que a porção retida no filtro corresponde à fibra alimentar insolúvel. Posteriormente, após adição de etanol a 95%, e recuperando-se o precipitado, obtêm-se a fibra alimentar solúvel. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).     
 


Necessidade física de alimento. É uma reação física que inclui mudanças bioquímicas no organismo relacionadas a um baixo nível de glicose no sangue várias horas depois de ter se alimentado. Um mecanismo protetor que garante que o corpo receba o combustível de que necessita para funcionar razoavelmente bem. Não é sinônimo de apetite. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP e outras fontes. Jun/2014).


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